
SOBRE ESTE BLOG
sábado, 7 de abril de 2012
SOBRE SAUDADE

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
SAUDADE / MISSING / MANCANZA

While the eyes rest on the view
sábado, 6 de agosto de 2011
DON'T GIVE UP OF YOUR DREAMS
quinta-feira, 28 de abril de 2011
A GRANDEZA DA PALAVRA/ THE BIGNESS OF THE WORD
The word, with its immeasurable power, doesn't get as a whole, to communicate those deaper feelings inside the soul, however, even so, it is with the former that I exorcise my more damageable feelings to the latter. To laborate the word permit me to exercise the serching for myself before my exposition, and no frequently what I find me seems, or it is indeed, good or/and beautiful. But, beauty in fact is non absolute, as everything in life, otherwise... While I ramble, among so many considerations verb-feelings, I notice that the exact measure to the sense and effect of the word is the context. And it becomes the word power and its importance enormous, because the verb has the challenge of being precise, accurate to the context. It makes me conscious about my smallness in front of the word, and to feel like so makes me to look for a way in which I get be succed for reaching the minimum permited by it: the commom sense of verbal surface
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
DOR E MUDANÇAS
sábado, 30 de outubro de 2010
LER O MUNDO
Sem medo da luz no olhar,
sem o espanto do reconhecimento.
Sem medo da ternura,
sem medo da emoção mais forte,
sem as amarras que cerceiam o gesto,
sem o mutismo das palavras indizíveis,
sem a hesitação...
Com a sutileza e o encanto,
Com o fascínio dos seus sentimentos.
Com o olhar que perscruta a alma.
Buscando a forma de entender o pranto,
uma fórmula para estender o riso,
uma vida para ser vivida
sem os meios termos, meias verdades,
sem metades, toda, inteira.
Todas as leituras possíveis:
Ler o mundo palimpsesticamente.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
OUSADIA/ DARING
terça-feira, 7 de setembro de 2010
SETEMBRO
POEMA DE SETEMBRO
Explodem cores no setembro,
tudo é vida, tudo é cor...
e, nessas explosões cromáticas,
busco minha alma,
busco minha alma,
que agoniza nas tardes
que morrem calmas.
Explodem sonhos no setembro,
mil fragmentos,
mil fragmentos...
e, nessas explosões oníricas
busco minha vida,
busco minha vida,
que se esvai nas tardes calmas
à procura do ser.
terça-feira, 6 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
CORES DE JULHO
quinta-feira, 24 de junho de 2010
POETA, POESIA, POEMA
segunda-feira, 21 de junho de 2010
SOBRE BRASÍLIA

domingo, 20 de junho de 2010
MISTURA

Vem, e mistura o seu suor ao meu,
- o suor é incolor -
Mistura sua visão à minha,
olhando na mesma direção
- a linha imaginária dos objetivos únicos é incolor -
Mistura o seu silêncio ao meu,
- silenciar a dor é incolor -
e a sua voz à minha,
- vozes juntas não são crespas ou lisas,
são apenas vozes. -
Mistura o seu sonho ao meu,
e com nosso suor,
nosso olhar sobre o futuro próximo,
nosso grito rasgando o silêncio de séculos,
(mal vividos), construiremos nosso espaço igual,
onde não caberá mais o grito
por que o silêncio não será mais opressivo,
o silêncio selará o acordo de um espaço único,
e o fim de uma situação desumana.
CADA UM SABE DO SEU
e me contorço feito o anjo torto que sou.
Não me cobro mais correta do que consigo ser,
até porque a correção perfeita é a tradução
do moralismo podre e cínico dos que se dizem retos.
Prefiro ser torta mesmo,
e com uma boa dose de alegria e loucura,
que é pra não viver a monotonia dos angustiados tristes.
A angústia ruminante é o meu segredo
e, a minha leveza de alma é o que consigo de mim,
quando construo-me na angústia e na aflição,
tornando-me tortamente leve, tortamente feliz.
Realizo-me assim.
Quem sabe do meu eu sou eu!
O Carlos sabia do dele,
O Augusto sabia do dele,
A Virginia sabia do dela.
Enfim, penso que você sabe do seu. NÃO É?!